domingo, 7 de abril de 2013

Brasil: segundo maior consumidor de cocaína do mundo


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Mais de 06 milhões de brasileiros já usaram cocaína, crack, óxi ou merla. Unifesp divulgou segunda parte de levantamento detalhado sobre drogas.
O Brasil é o segundo maior consumidor de cocaína e derivados, atrás apenas dos Estados Unidos, de acordo com o segundo “Levantamento Nacional de Álcool e Drogas” (Lenad), feito pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). O estudo mostra que o país responde hoje por 20% do mercado mundial da droga.   LEIA MAIS

UMA BREVE HISTÓRIA DO CRISTIANISMO



Geoffrey Blainey – Editora Fundamento
“É notável que um homem que viveu há mais de 2000 anos, que não tinha cargo público ou riqueza e que não viajou além de alguns dias de caminhada de sua cidade natal tenha tido tanta influência na história mundial.” Uma Breve História do Cristianismo reconta magistralmente os passos de Jesus, esse homem com uma vida tão curta e uma história tão longa.
Do mesmo autor de Uma Breve História do Mundo, um livro abrangente, dinâmico, rico em detalhes e extremamente agradável de se ler. O consagrado historiador Geoffrey Blainey analisa de forma imparcial os primeiros passos do Cristianismo, investiga os eventos que possibilitaram sua evolução e conta por que a doutrina cristã permanece tão viva nos dias de hoje quanto nos seus primórdios.

Atender com Excelência...


Por que é tão difícil atender com excelência?

Por  em 05/04/2013

Porque é tão difícil atender com excelênciaTodo mundo sabe o que é preciso para atender com excelência. A teoria é simples e fácil; o difícil é acontecer. Qual foi a ultima vez que você foi atendido e ficou completamente satisfeito? O atendente foi rápido, atencioso e cuidadoso? Acontece, mas é uma raridade, e, muita dessas vezes, é porque o atendente realmente gosta do que faz ou estava em um bom momento.
Nossa cultura vem do atendimento público, de gerar dificuldades para ganhar facilidades. Esta prática ainda está em voga neste novo século e criou raízes. Nossos governantes mudam a lei para favorecimento próprio, agem para se dar bem, independente se estão fazendo mal ao seu semelhante. Ou seja, atender passou a ser uma competição. Se o consumidor ganha, o atendente perde. Isto é danoso, pois o pensamento certo é: se o consumidor ganha, o atendente também ganha.
Exemplos não faltam de castigos que o consumidor sofre, pois o atendente precisa“se dar sempre bem”, podendo gerar uma espera além do desejado, uma cara sonsa para irritar o cliente e outras práticas usuais, incluindo levar vantagem, mesmo que seja retirando da empresa ou do consumidor.
Aliam-se a isto, empresários ou gerentes distantes de suas equipes. Muitos não sabem o nome do funcionário e nem o dia do seu aniversário. Cobram um atendimento superior e não sabem tratar bem sua própria equipe. Como ser exemplo com este exemplo? Este círculo vicioso faz com que os funcionários fiquem cada vez mais descomprometidos com a empresa.
Os processos burocráticos também são fatores determinantes para um atendimento inferior, demorado e com tempo desnecessário para informações irrelevantes. Irritam e engessam o servir ao cliente. A informática é mais importante do que o conforto ao cliente. O sistema é feito por pessoas que não entendem os processos, mas são feras na informática. O resultado final é um sistema que não funciona para os clientes e gera insatisfação contínua.
Estas são algumas das razões por que temos uma das piores produtividades da América Latina e não vislumbro melhorias no médio prazo. O pensamento “você finge que me paga bem e eu finjo que atendo bem” deve continuar como um câncer no varejo e fará o consumidor continuar infiel e sofrendo para receber um atendimento que realmente atinja seu coração.
Saúde e sucesso.
*Carlos Rosa é diretor da consultoria Trilha do Sucesso, autor dos Livros “Líder – Gestor de Expectativas e Transformador de Sonhos em Realidade” e“Disciplina – A Trilha do Sucesso”

domingo, 24 de março de 2013

Prodígios mostram invenções nas áreas de saúde e ciência


O TED reuniu no começo do mês 80 especialistas em tecnologia, educação e design para palestras curtas. A maior parte do público, de 1.400 pessoas, pagou R$ 14 mil para participar.
Fazendo jus ao tema do ano, "O Jovem, o Sábio, o Desconhecido", muitos dos palestrantes eram adolescentes, com destaque para um americano que criou um reator nuclear, um conterrâneo que inventou um teste de câncer e um africano dono de uma cerca contra leões.                         LEIA MAIS AQUI...

NO MÁXIMO 12...




O empresário Jorge Gerdau acha que o Brasil precisa "trabalhar com meia dúzia de ministérios ou coisa desse tipo" e não com as 39 pastas existentes na administração da presidente Dilma Rousseff.
Esse inchaço se dá por contingências políticas, mas "tudo tem o seu limite", diz o presidente da Câmara de Políticas de Gestão da Presidência da República. Em entrevista ao Poder e Política, projeto da Folha e do UOL, na última terça-feira, ele completou: "Quando a burrice, ou a loucura, ou a irresponsabilidade vai muito longe, de repente, sai um saneamento. Nós provavelmente estamos no limite desse período".                   LEIA MAIS AQUI...

domingo, 10 de março de 2013

Conheça dez startups legais - INSPIRAÇÃO

Edu Cesar/Divulgação
Uma máquina que compra o celular velho e faz o pagamento em dinheiro na hora ou um aplicativo para você revelar as fotos do Instagram e Facebook. O Estadão PME listou dez startups com negócios interessantes que podem servir de inspiração para quem pretende abrir seu próprio negócio. Veja os exemplos:
EcoATM
Uma startup de San Diego, na Califórnia, já atraiu US$ 17 milhões em investimentos e conquistou até US$ 1 milhão do governo norte-americano por conta do produto inovador que desenvolveu. A EcoATM criou uma máquina que 'compra' o celular ou mp3 que o consumidor não quer mais.
TableShare
Os sócios Ricardo Katayama e André Camargo criaram o Tableshare, um site de relacionamento onde os usuários podem colocar fotos de pratos e bebidas. “É possível curtir a foto, colocar na lista de desejos e ainda criar um evento para cozinhar o prato”, explica Katayama.


sábado, 9 de março de 2013

Grandes empreendedores - não foram excelentes alunos


Noto é que há empreendedores que não foram alunos “nota 10”, mas que têm uma elevada inteligência espacial para entender contextos, um elevado grau de confiança em função de sua inteligência intrapessoal ou são ótimos em lidar com pessoas, pois dominam a inteligência interpessoal, apenas para citar algumas das inteligências.

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quarta-feira, 6 de março de 2013

A religião como ferramenta de Gestão



Qual a influência da religião no Homem contemporâneo? Existe um paralelo entre Gestão e Religião? São perguntas e temas que parecem não ter a menor relação. Mas quando o primeiro homem se questionou “de onde vim?”, e como isso aconteceu muito antes do homem atingir a ciência, o que respondeu suas questões fundamentais foi o mito e o misticismo. Depois de alguma evolução de sociedade, esses mitos ganharam forma, nomes, cores. E finalmente, num estágio pré-civilização, ocorreram as especializações: antes todos agricultores, agora soldados, e claro, sacerdotes. Assim, finalmente, surge a “religião”, quando os mitos e o misticismo ganham um intérprete e um local próprio na sociedade primitiva.                           Leia mais aqui...

COKE Coca-cola

Robert Cialdini


São Paulo - A diferença entre manipulação e influência é que a primeira implica em enganar as pessoas, enquanto a segunda leva à escolha mais apropriada. É assim que o especialista em persuasão Robert Cialdini separa o comportamento ético do não-ético na hora de convencer alguém.
Autor do livro "O poder da persuasão: você pode ser mais influente do que imagina" (2006, editora Campus), que já vendeu mais de 2 milhões de exemplares no mundo todo, Cialdini indica que não há uma forma única de influenciar pessoas. Mas há seis princípios que podem ser seguidos para alcançar esse objetivo.
No dia 28 de setembro, ele vem ao Brasil para participar do Fórum HSM de Negociação. Antes disso, concedeu entrevista exclusiva ao site EXAME. Confira alguns trechos.                      
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Capital Humano

Há uma causa estrutural básica para o clima sociopolítico que castiga o Brasil: no século 20 sua população foi multiplicada por seis, sem que a dinâmica social correspondesse à da quantidade. Houve queda no padrão (a extensão acompanhou a população) da educação pública fundamental, alicerce da cidadania. Valores da religião, família e tradição, os costumes e a boa educação declinaram, muito na classe média. A vulgaridade permeia a cultura popular. E têm crescido as manifestações típicas das multidões amorfas, da identificação com o lúdico, exótico ou licencioso, ao descaso pelos assuntos públicos e pela política. O artigo desenvolve este final de parágrafo.                Leia mais...